Poeta André Vasconcelos

Poeta André Vasconcelos
Mensageiro Natural de coisas Naturais

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Quando Pai se Vai...

                                  Quando o Pai se Vai...

Hoje acordei meio assim, indefeso a quem de mim, o céu nublado como foi à semana que se foi, revi algumas pessoas importantes deixei de ver só adiante porque meu hoje tem que ser igualmente importante, penso às vezes correr em círculos, contas mensais dividas anuais qualquer saída nesse momento, não vejo mais, “Quando o Pai se Vai”.
Pausa pra escrever sobre meu velho meu tudo, tudo que sou é ele que represento, hoje três anos sem ele, nem sei como pra mim foi hoje cedo, quando o pai se vai , leva consigo algumas coisas,coisas essas que não voltam mais nem que eu as queira novamente ele nunca sai da minha mente, mas derrepente poderia viver comigo novamente sua essência anda comigo seu legado eu tenho levado minha força é saber que sempre estará do meu lado e como já disse algumas vezes pra você ao pé do seu coração, seja como foi ou como for... Pai logo mais tamujuntu seja lá onde for.
Assim segue...
Talvez venho sendo muito ríspido comigo mesmo, quem sabe me dilacero de bobeira, assumo responsabilidades alheia e vejo ao fim que foi besteira, mas talvez vem de mim, assumir sim até os b.o dos quem não querem assumir.
Às vezes me deprimo ponho um RAP, pois como diz o grupo A Família na voz de #Cronicamendes , é isso que eu Vivo o RAP é só pra me acalmar, escrevo algumas linhas que ao fim se formam poesias as vezes de Amor muitas de Dor mas todas como Flecha certeira e mortal, desabafar a alma de todo o sentimento mau e para avisar os desavisados não será por força e nem por violência aqui é convivência respeito mutuo, prato na mesa onde eu como, come todo mundo mas também se não tiver não pense que sou vagabundo, estou inserido nesse nosso mundo onde muitos com pouco e o poucos com todo o mundo.
Chorar, eu não vou me humilhar se precisar à gente vem e vai deixa pra lá.
Mas deixa como está, eu já fui da noite agora ela é que tem que me acompanhar, essa maratona eu to envolvido, caminhando pelo que acho certo é o que sempre digo.
Detesto modinha, não faço parte da moda, só ouço o que acho bom, não vou pela quantidade que ela toca, não gosto de bossa nova não pelo desconhecido, mas também por conhecer o seu inicio.
Eu gosto de quem gosta de mim e fortaleço o que tenho apreço sem obrigação nem desespero sempre assumindo certos erros porem respeito vai adiante lembrando que é igual um bumerangue assim sigamos adiante.
Não faço historias da carochinha e nem chapeuzinho vermelho, escrevo mesmo quando a alma ta escorrendo de sentimento. Não faço conchavo com ninguém não tenho gosto por multidão, não sei lidar com falsidade e me envolver em conversa fiada, sou do papel da caneta, mas sou de carne e osso também, se precisar tacar a realidade no mar de falsidade farei, eu mesmo pago preço da honestidade que eu proclamei.
Contundente é assim que faço, não sou só um critico, sou muito mais que isso, já falei senhora esse som não é som de bandido, mas que seja é isso que seu filho almeja, mas tem quem desapareça, a realidade trás essas desavenças.
E pra não falar só das tristezas por que diz “é impossível escrever a verdade, sem ofender alguém. Ferréz”.
É bem assim pra quem lê e pra quem é lido, pra escrever ou pra ser só mais um menino, de atitudes fracas ou um Homem inconseqüente que nunca viveu nada e só relata facada.
São fatos, falas, verdades faladas nada as escondida, livro de auto-ajuda é minha caminhada não perco tempo com essa parada.Livro aberto nem fudendo, não devo não temo da o meu copo ai e já era, quem me viu verás quem não viu não verás a essência não muda como já disse na outra ponta , multidão não é a minha , mas tem uma pá que me inspira, mas é respeito sem essa de seguidor e nem o que to pensando são os aliados que me inspiram mesmo , com suas palavras textos poesias e vidas e principalmente ações.
Daqui to vendo gente destemida, mas muitos acham só estarem por cima mas eu já estive no 10ª andar e quando cai eu conseguir me levantar mas os degraus foram respeitados até porque eu tenho meu legado “Quando o Pai se vai” me mantive firme áspero e as vezes romântico mais até no romantismo as palavras foram sempre em direção certa.
To indo dormir pensando como eu fiz tudo isso, é a importância de se estar vivo, passar desapercebido só se for em bens porque nas ações venho mantendo as construçoes.
Tim Maia cantou “Lamento” é isso que sinto.
“Quando o Pai se Vai...” foi... Mas mantenho a conduta.



                                                                      Autor – André Vasconcelos

Um comentário:

Alice Zion disse...

Caramba André! Me emocionei, há 2 anos perdi meu conselhereiro, porém ele continua vivo em minha mente, não me deixando cair.
Sem dúvida, um de seus posts que me mais me emocionou