Poeta André Vasconcelos

Poeta André Vasconcelos
Mensageiro Natural de coisas Naturais

sábado, 18 de junho de 2011

Não Me Vendo.



No Inicio era o Verbo
E o Verbo se Fez Carne.
Daqui um tempo sem Alarde.
Só não me Convence os Covardes.

Quando tú não está bate no Peito.
e Diz que é o dono da Cidade.

Sou real e tenho meu valor.
Não me vendo ta entendendo doutor.

Vida simples sempre em Vigilância.
eu vou até onde o Sonho Alcança.

As vezes sem dinheiro.
As vezes no Veneno.
Mas nunca me Calaram.
Sempre falo o que penso.

Falo de amor mas falo dessa Dor.
Muitos essa dor insistem em maquiar.
Aqui eu vivo Guerreando,Pode vim Pode Acreditar.

Não quero ser Jurado.
Não sou Espectador.
Falo da Realidade.
Da minha Realidade que ninguem presenciou.

Não Procuro Status.
E não ando com covardes.
Eu Sou a Ferida Aberta
Que Infecciona e arde.

Se todos no inicio se fazem Carne.
Ao Fim Muitos São Só Disfarce.
Uns Cumprem o Desejado.
Outros so Cobiçam e não honram o legado.

Aos Pé de Breque de Plantão
O dedo do meio em Riste.
Diria Meu Mano Tubarão.

E pra afirmar que aqui não Falta Carater.
Vamos Viver Guerrear e Recitar.
Salve a Poesia Viva pra tambem Protestar.

André Luis



2 comentários:

Crônica Mendes disse...

Querem comprar até tua alma
Querem comprar, mas não dão valor.

Parabéns mano.

Daniela Mara disse...

Use a poesia para protestar! #fato