Poeta André Vasconcelos

Poeta André Vasconcelos
Mensageiro Natural de coisas Naturais

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

É Fogo



A Intenção é Fogo...

Eu vi
Ta pegando Fogo.
Fogo, fogo.
Dentro das casas.
Do nosso povo.

Fogo nas favelas.
Fogo nas vielas.
É tudo de madeira.
Será essa a causa.
Ou estão falando asneiras.

É fogo de desespero.
Fogo de medo.
Então se afoga no luxo.
E o povo intitulado burro.
Vai morrendo e sofrendo.
E sempre foi e é apenas um numero.

É fogo de desprezo.
É fogo por estar à margem.
É fogo muito fogo.
Nas manchetes a culpa é do povo.
E continua a imensa dor.
Dizem que é culpa do morador.

Morador sem moradia.
Cidadão sem cidadania.
Barracos sem estruturas.
Luz artigo de luxo.
O banheiro é em comum.
Comum pra todo mundo.

É fogo essa desigualdade.
É fogo, um fogo covarde.
É fogo nos Compensado do povo.
É fogo na estrutura.
Não sobrará coisa alguma

É fogo clandestino.
Culpados escondidos.
É fogo e um mau clima.
O que sempre sobra para o povo.
Depois da queima...

As cinzas...

Autor – André Vasconcelos

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Oração




                        Oração

Oh deus o que faço por aqui.
Tem gente matando gente.
Sem saber pra onde ir.

Oh deus...
Eles não se entendem.
Só querem usurpar.
Destrói a tudo.
E depois eu que sou o confuso.

Oh deus.
O dinheiro é soberano.
Para lavagem de dinheiro.
Tem gente passando um pano.

Ah deus.
O que eles querem com isso.
Foda-se o próximo.
O importante é o que tenho vivido.

Ah deus.
Eles andam perdidos.
E por minha vez.
Sinto-me sem sentido.
Um alienígena.
Fora de seu habitar
Um indígena sem cocar.

Adeus.
Por aqui eu me despeço.
Esse cotidiano indigesto.
Esse dia-a-dia. Infecto.

Adeus...
To de partida.
Não me venha com aquelas noticias.
Que um pai matou toda sua família.

Adeus...
Pra maioria barriga grande é lombriga.
Os pobres comem água com farinha.
É Deus nos gueto...
De chinelo e bermudão.
Um só...
Vigiando a multidão.
Nesse eterno preconceito.

Adeus, adeus.
Ah Deus, que o ser humano encontrem um jeito.
Entre a Sobrevivência e o desespero.

Autor – André Vasconcelos

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Véspera de Feriado.



Véspera.


Véspera de um dia qualquer.
Antecedência do momento que vier...
Véspera de talvez um sonho.
Após isso, borbulhas de um sentimento qualquer.

É véspera de uma vontade.
Inicio de uma nova bondade.
Começo meio e fim, uma trindade.

É uma véspera qualquer.
Do bem ou mal me quer.
Incluindo tudo o que puder...

Porem esqueçamos.
É uma véspera de conduta.
É tão pouco no máximo uma.
É á somatório ou uma conta burra.

A véspera é sua.
Aproveite é só a ultima.
Dia após dia.
E a véspera nos segura.

É apenas a véspera de um sonhador.
Entre palavras desencontradas.
Formas não convencionais.
Rimas de jornais.

Mas são apenas as vozes dizendo.
É véspera porem já é tão tarde.
Foi ontem
É hoje à tarde.
Portão fechado.


Véspera de Feriado.


Autor – André Vasconcelos

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Cúmplices



       Cúmplices

Não vão embora.
Força e calma.
Se preciso for, revigora.

Não deixe de tentar...
Continue insistindo
Conte comigo o quanto precisar...

Vamos não esmoreça.
A guerra é árdua.
Lute e vença.

Acredite.
Seja feliz, mas antes disso.
Tenha saúde.
Isso sim é o inicio.
Há plenitude.

Confia em mim.
Sou bastante realista, mas fiel enfim.

Sorria quando for chorar...
Chore se preciso for.
Em tudo isso vice e versa.
Faça o que quiser por amor.

Não vá embora, mas se for...
Sem problemas, muita calma.
Sua amizade por mim já foi guardada.

Onde eu guardo todos aqueles que me fizeram
Refletir, sorrir me emocionar por isso.
Caso se distancie eu peço calma.
Pois vocês já estão com lugar garantido.
Na Alma.

Autor – André Vasconcelos

domingo, 22 de julho de 2012

1990


 Ele

Eu nem conseguia enxergar o alto do balcão.
Meu pai dava risada,
E dizia:
Pega o banquinho filhão.

Eu feliz em ser útil ao meu herói.
Ele, feliz por ter seu filho junto dele.
Eu aprendendo a ser homem desde cedo.

O tempo passando como um raio.
Nos campos de futebol com ele.
Era Fênix, também o Meia Boca da qual sou um dos fundadores.
Também o pavilhão Nove, onde parei de jogar.

Eu ele e o nosso boteco.
Onde tirávamos o sustendo do lar.

Feliz sempre foi...
Um brincalhão, amante da boemia.
Bilhar, dominó aqui no campanário.
Foi o melhor.

Eita esse meu velho me deu muita satisfação.
Palmeirense ate o osso.
Nunca morremos de desgosto.
Saudosa década de 90.
Onde todo domingo me levava ao jogo.

Mais tudo isso parece tão pouco né.
Mas não.
Era tomando conta do boteco.
Hora nos campos de futebol.
Nos campeonatos de várzea, levantamos varias taças.
No boteco elas eram mostradas e guardadas.

Saudosa lembrança.

Do nosso boteco, das nossas viagens com os times.
Das nossas conversas.
Só não sinto saudade de você meu velho.
Pois, saudades só sentimos de quem se foi...
E você ta vivão.
Na minha vida e no coração

Saudoso Guerreiro Alemão
              
Autor – André Vasconcelos






segunda-feira, 9 de julho de 2012

A Carta




A Carta

É como se eu nunca houvesse esperado.
Deixo pra você bem claro.
Nem todo sentimento ficou de lado.
Só foi a esperança que me roubaram.

Talvez tenha achado.
Que meu mundo ficou parado.
Mas não...

Só não quero mais...

Seu desdém.
Seu negativismo.
É todo seu...
Esse seu Eu.

É como se tivesse despertado.
De um sono mal terminado.
Do lúdico que me prendia.
Da realidade que me consumia.

Só não quero mais...

Ter a responsabilidade de lhe acordar.
Ter só vontade e esquecer de lutar.
Ter esperança no que já se foi.
Ter pouco sentimento e não se importar com o Depois...

É como se eu soubesse.
Que a vida te deixa de lado
Quando você esquece do seu legado.
Há você que nunca foi somente um retrato falado.

Só não quero ver você...

Sem ter oportunidades...
Sem Sorrir quando querem te fazer chorar
Sem Tentar e não só tentar ,fazer acontecer
Conseguir e mostrar que a vitória não te contaminará.
Sem Sonhar, realizar e manter a essência.

Essa é a vitória
Porque é necessário um sentido pra que você vença
E faça historia.
                   
                   Autor – André Vasconcelos

sábado, 30 de junho de 2012

Viagem




Viagem

Vontade de ir embora de mim.
Provar quem além disso existe outro mundo.
Vontade de quebrar as regras que ainda não quebrei.
Sair dessa sociedade capitalista cheia de desdém.

O povo vive embaixo dos escombros.
Do resto que nos impuseram.
Arrancar esse sentimento de que esta tudo bem.
Coisa nenhuma.
Nossa vontade sempre vai além.

Vontade de ir embora desse Eu.
Sair desse falso apogeu.
Dessa tão barata vida.
Desse tão caro viver...

Vontade de ir embora de mim...
Já ouvi muitos dizerem sim...
Mas por fim...
Eles nunca foram embora de si.

Eu não...

Não quero ficar a quem de mim.
Só não quero deixar de ir embora assim...
É só vontade de ir embora de mim.
E quem duvidar é só tentar sentir.

Como a despedida é feliz.
Quando você chega a decidir
E vê o quanto é produtivo.
Ir embora assim.

É só uma viagem cheia de vontade.
Vontade de ir embora de mim.

Autor – André Vasconcelos

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Contundente


               Contundente.

Deixa...
Nós estamos tentando ser feliz...
Fica...
A vida inteira sem ter diretriz...
Sonha...
E acha que tudo pode ser tão bom.
Acredite...
Nada alem da nossa imaginação.
Suponha...
Que seu desejo possa se realizar...
Retira...
Da sua mente tudo que venha a te prejudicar.
Do caminho...
As pedras pra não tropeçar...
Obstáculos...
São impostos para podermos ultrapassar.
Remorso...
Já existiu hoje não existe mais.
Supostos...
Contra tempos já não tem tanta importância não.
Atrasos não...
Decisões são tomadas no ato.
Agrado...
Jamais fazê-lo por um trocado.
Assim.
Misturando palavras.
É o Fim.
Da dor que me Maltrata.

                                       Autor – André Vasconcelos

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Sentimento Só

   Sentimento Só

Esqueça que um dia amei você.
Muito dispersa nunca entendeu o que eu quis dizer...
Pare e pense...
Talvez conseguiríamos fazer o amor sobreviver.

Porem esta difícil...
Nunca vi você dar o braço a torcer...

Espere...

Ouça um pouco o que tenho há te dizer.
Elas vêm de quem respeita você...
Vamos conversar.
Sem bate boca, queira sentar...

Percebi...

Seu sonho é pouco e nele não cabe a mim.
A gente sofre, mas chegou no fim.
O fim é triste, pra quem não gosta de si.

Ai de mim...

Percorrer a caminhada sempre a sofrer.
E é por isso que hoje venho te dizer...
Esse sofrimento vai se interromper

Resolvi viver...

E você tente perceber.
O mal que faz a si mesma fingindo não entender.
Que o amor é pra sentirmos a Dois.
Se for pra sentir por um só, fica sem fundamento.
E a relação fica nesse clima
Aonde ninguém vai se entendendo

Pois não há amor que resista desavenças.
Um magoando o outro.
Não tem sentimento que vença.

Meu coração se esvaziou quando você se foi...
Porem inevitável é, a separação.
           
Amor é pra ser sentido a “Dois”.
Se For para amar "Sozinho”
Prefiro ficar com a “Solidão”
                                                           Autor – André Vasconcelos

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Quando Pai se Vai...

                                  Quando o Pai se Vai...

Hoje acordei meio assim, indefeso a quem de mim, o céu nublado como foi à semana que se foi, revi algumas pessoas importantes deixei de ver só adiante porque meu hoje tem que ser igualmente importante, penso às vezes correr em círculos, contas mensais dividas anuais qualquer saída nesse momento, não vejo mais, “Quando o Pai se Vai”.
Pausa pra escrever sobre meu velho meu tudo, tudo que sou é ele que represento, hoje três anos sem ele, nem sei como pra mim foi hoje cedo, quando o pai se vai , leva consigo algumas coisas,coisas essas que não voltam mais nem que eu as queira novamente ele nunca sai da minha mente, mas derrepente poderia viver comigo novamente sua essência anda comigo seu legado eu tenho levado minha força é saber que sempre estará do meu lado e como já disse algumas vezes pra você ao pé do seu coração, seja como foi ou como for... Pai logo mais tamujuntu seja lá onde for.
Assim segue...
Talvez venho sendo muito ríspido comigo mesmo, quem sabe me dilacero de bobeira, assumo responsabilidades alheia e vejo ao fim que foi besteira, mas talvez vem de mim, assumir sim até os b.o dos quem não querem assumir.
Às vezes me deprimo ponho um RAP, pois como diz o grupo A Família na voz de #Cronicamendes , é isso que eu Vivo o RAP é só pra me acalmar, escrevo algumas linhas que ao fim se formam poesias as vezes de Amor muitas de Dor mas todas como Flecha certeira e mortal, desabafar a alma de todo o sentimento mau e para avisar os desavisados não será por força e nem por violência aqui é convivência respeito mutuo, prato na mesa onde eu como, come todo mundo mas também se não tiver não pense que sou vagabundo, estou inserido nesse nosso mundo onde muitos com pouco e o poucos com todo o mundo.
Chorar, eu não vou me humilhar se precisar à gente vem e vai deixa pra lá.
Mas deixa como está, eu já fui da noite agora ela é que tem que me acompanhar, essa maratona eu to envolvido, caminhando pelo que acho certo é o que sempre digo.
Detesto modinha, não faço parte da moda, só ouço o que acho bom, não vou pela quantidade que ela toca, não gosto de bossa nova não pelo desconhecido, mas também por conhecer o seu inicio.
Eu gosto de quem gosta de mim e fortaleço o que tenho apreço sem obrigação nem desespero sempre assumindo certos erros porem respeito vai adiante lembrando que é igual um bumerangue assim sigamos adiante.
Não faço historias da carochinha e nem chapeuzinho vermelho, escrevo mesmo quando a alma ta escorrendo de sentimento. Não faço conchavo com ninguém não tenho gosto por multidão, não sei lidar com falsidade e me envolver em conversa fiada, sou do papel da caneta, mas sou de carne e osso também, se precisar tacar a realidade no mar de falsidade farei, eu mesmo pago preço da honestidade que eu proclamei.
Contundente é assim que faço, não sou só um critico, sou muito mais que isso, já falei senhora esse som não é som de bandido, mas que seja é isso que seu filho almeja, mas tem quem desapareça, a realidade trás essas desavenças.
E pra não falar só das tristezas por que diz “é impossível escrever a verdade, sem ofender alguém. Ferréz”.
É bem assim pra quem lê e pra quem é lido, pra escrever ou pra ser só mais um menino, de atitudes fracas ou um Homem inconseqüente que nunca viveu nada e só relata facada.
São fatos, falas, verdades faladas nada as escondida, livro de auto-ajuda é minha caminhada não perco tempo com essa parada.Livro aberto nem fudendo, não devo não temo da o meu copo ai e já era, quem me viu verás quem não viu não verás a essência não muda como já disse na outra ponta , multidão não é a minha , mas tem uma pá que me inspira, mas é respeito sem essa de seguidor e nem o que to pensando são os aliados que me inspiram mesmo , com suas palavras textos poesias e vidas e principalmente ações.
Daqui to vendo gente destemida, mas muitos acham só estarem por cima mas eu já estive no 10ª andar e quando cai eu conseguir me levantar mas os degraus foram respeitados até porque eu tenho meu legado “Quando o Pai se vai” me mantive firme áspero e as vezes romântico mais até no romantismo as palavras foram sempre em direção certa.
To indo dormir pensando como eu fiz tudo isso, é a importância de se estar vivo, passar desapercebido só se for em bens porque nas ações venho mantendo as construçoes.
Tim Maia cantou “Lamento” é isso que sinto.
“Quando o Pai se Vai...” foi... Mas mantenho a conduta.



                                                                      Autor – André Vasconcelos

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Politica é caso de Policia

Política é caso de Policia

Previsão pra hoje.
Corrupção a solta.
Peças e pessoas...

Pontes e prédios.
Remédios e laticínios.

Cuecas e meias.
Fingindo desavenças.

Bando de fingidos...
São tantos escândalos políticos.
Nem dá pra enumerar o cinismo.
Tem corrupção até na coleta do lixo.

E eu sou o ruim e eles são os bonzinhos.
Se em tudo esta a política.
Conseqüentemente a corrupção também.

O pensamento é reto.
São pouquíssimos os diferentes que vão além.

Só ouço dizer em mudança.
E o que vem é extravagância.
E no bolso o desfecho, ele é lá do “Senado” das pessoas “Santas”.
Foi encontrado com dinheiro na lancheíra de criança.

Perderam a pureza e induz o mau olhado.
Usam ate barriga de silicone pra guardar...
Como eles dizem é só um trocado.

É a política esta em ascensão.
Um rouba o outro e ninguém vai pra prisão.
Eles renunciam antes, pra evitar a cassação.

Mas prisão não, isso não.

A política no Brasil é eficaz...
Eles fazem as leis e aprovam.
E caso eles roubem depois de um mês.

Eles mesmos dizem que cometeram um equivoco.
No mês seguinte eles trocam de partido.

O pior ele se candidata, conseqüentemente.
Ele ganha as eleições novamente.

Até porque troca de partido.
Troca-se se as mascara.
O pudor ficou no portão de nossas casas.

E o povo
Que lê e vê pouco.
Que escuta pouco.
Ficam assistindo as novelas da globo.
Ai vota no candidato mais charmoso.



VAMOS ACORDAR MEU POVO.

Autor - André Vasconcelos


Segue link com alguns escândalos políticos.



quarta-feira, 25 de abril de 2012

Anêmico

Anêmico Foi ficando vazio... Vazio de Esvaziou. Não tinha palavras. Porem não foi o dia Em que a terra parou... Só vazio de Esvaziou. Sorri até tentava, mais não dava. Fugir pensava, mas não conseguiria. Vivia sorrindo, mas a alma só chorava. Ninguém chegou, acolheu ou consolou. Foi só. Vazio de Esvaziou. Apesar de tudo sem resposta. Foi no silencio que se confortou. Foi na noite que se abrigou. Foi ao chão gelado que se congelou... Se foi... E não volta mais. O que foi... Eu sou apenas nós. A multidão meu algoz. Sou o vento e a sua voz. Aquele que maltrata a si mesmo. Que luta contra ele mesmo. Sente que é seu próprio veneno. Dessa dose ninguém recomendou... Quem bebeu digeriu e regurgitou... Ficou... Vazio de Esvaziou... E agora que muito tempo passou. O sangue secou... A força acabou... O abraço não confortou. O que restou... Vazio de Esvaziou... Autor – André Vasconcelos

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Vai Chegar...


Vai Chegar...

Na noite passada eu não me segurei.
Cheguei tarde.
Nem vi a mulher e as crianças dormir.
Eu estava na guerra do pão com manteiga

Cheguei de mansinho ninguém percebeu.
Já era tarde.
A noite escura dos covardes...

Não resisti, sofri e chorei.
São 12 horas de trampo e tem hora extra
Que é “opção”, leia-se obrigado a fazer.

Toda noite que eu chego é sempre assim.
Todos dormem e a tristeza que acorda em mim.
Só beijo eles dormindo, ainda bem.
Que o moleque é danado, sorri dormindo.

É o preço dessa guerra sem fim.

Eles entendem, mas Eu não.
Porque que tem que ser assim.
Me mato de trampa e já ouvi dizer
Que dinheiro de hora extra não é abençoado.
Se o supervisor escuta ta fudido, é pecado.

Mas eu quero é mais.
É foda mó responsa ser pai.
Não deixar os pivete de barriga vazia.
Já faz 10 dias.
Que só vejo os meninos dormindo.

Ai me vem um estrangeiro.
Parece que é turco.
Veio dominou a região central.
Fora essa empresa tem mais uma pá.
Dizendo que brasileiro não reclama
Que ele gosta desse povo, (Fuder esse povo )

Mas eu to contando o que aconteceu.
Fazer pessoas sofrerem pra ganhar o meu.
Jamais...
ta longe do que meu pai me ensinou.
Aí você me diz:
Vai ser pião o resto da vida.
Nem acho que isso seja uma disritmia.
São milhões nessa estatística.
Que acorda as quatro da matina.
Você acha que vou me desvalorizar.
Nem pensar seu “Rei na Barriga”.
Pode lhe prejudicar.

Eu e o povo estamos lutando.
O dia do “Lugar ao Sol”
Ta chegando...

Autor – André Vasconcelos

terça-feira, 10 de abril de 2012

Ela só quer Atenção



Ela só quer atenção.
Quer uma relação.
Onde não exista diminuição.

Ela só quer ser bem tratada.
Sem xingos falta de respeito
Sem faca.

Ela não quer ser espancada.
Chutada, ferrada humilhada.

Ela só quer atenção.
Beijos na boca em qualquer
Direção.

Ela quer se sentir.
Desejada.
Tratada como uma rainha.
Nas ações e nas palavras.

Isso é um fato.
E mesmo que falte comida no prato.
Ela estará firme, pois o amor não há descaso.

Ela só quer atenção.

Ela quer que na rua eu pegue em sua mão.
Ela quer que eu levante pra ela sentar no buzão.
Ela só quer atenção.

Que na sua gravidez.
Eu venha sorrir e dizer.
Estou com vocês.
Ela não gosta de estupidez.

Ela só quer atenção.

Quer responsabilidade.
Às vezes irresponsabilidade.
Ela gosta de liberdade.
Detesta o mau caráter.

Ela dominou meu coração.
Eu sempre soube o que ela quer.

Ela só quer atenção.


Autor – André Vasconcelos

segunda-feira, 2 de abril de 2012

O Comercio



O Comercio

Vai Vendo eu Vendo.
Foi vendo que a trairagem saiu vendendo.
Mas eu Vendo e não cobro juros.
Talvez encobre sua vida, vai Vendo.
Tudo isso porque eu Vendo.

Hei quanto quer, é só pedir.
Vai dizendo.
E é da pura
Que eu Vendo.

Se achar impureza vai Vendo.
Eu só vendo nem venha devolvendo.

Essa veio de longe.
E vem de minhas plantações.
Vai Vendo...
Mas eu só Vendo...
Nada de Frustrações...

Plantei e to colhendo.
Foi Vendo.
É natural na vida também ser assim.
Você faz e recebe, não fica escolhendo.

Pode levar...
Eu garanto a qualidade.
É eu Vendo e não é veneno.
Você compra, consome e eu Vendo.

Pego e industrializo.
Depois eu vendo.

A plantação é minha ta me entendendo.

Você se ligou na linha de Pensamento, é, eu só Vendo.
Eu planto faço a colheita e saio vendendo.
Quer saber?
Só vai saber...
Vendo.


Autor - André Vasconcelos

sexta-feira, 23 de março de 2012

Dizer Que Sim.


Dizer que Sim

Eu não sei dizer em fim...
Olhe bem pra mim... Diz seu sou assim.

Vire e mexe e eu me apago.
Me anulo, meu rascunho
Meu dicionário.

To cansado meu bem...
Só eu vejo ninguém mais vê.
Eu não sei dizer...
Por isso não vai entender.

Poderia sim estar por perto.
Esqueço sim mais to esperto.
Acredite ainda existe muito dejeto.

Mas se dessa vez eu não dizer um Sim.
Vai mostrar a sua conduta, proclamando Filho da Puta.
Mas não levamos alem as rugas...
Né não Truta.

Truta, aliado, poxa isso ta ultrapassado.

Tem gente usando do descaso.
E muitos salafrários.
Não exercem e não fazem uma varredura.
Eles mesmos se matam.
Porque a vida é dura.

Mais eu não sei dizer...

Porem se fizer por merecer.
A sobrevivência não perdoa.
Há quem não sabe exercer...
A mente até voa sem querer

Cuidado...
A Vida e a Verdade é um caldeirão
E ela pode ferver você.


Autor – André Vasconcelos

quarta-feira, 14 de março de 2012

A Poesia




A Poesia Falou

A POESIA hoje esta mais triste.
A minha insistiu muito.
Porem não resistiu se entristeceu.

A escrita simples e objetiva.
Esta mal dividida.
99% dela é verdade e realidade.
Sobrou 1% pra poesia.

É a dureza do momento.
Perdão POESIA.
Por não fazer rostos sorrirem de paixão.
Ou pessoas rebolarem de emoção , ai não.

A poesia aqui é pra pensar...

A POESIA...
Foi sempre bem direcionada.
Tipo pé na estrada.
Forte e inesperada.
Como uma pedrada.

Nunca pra massagear ninguém...
Não faço POESIA pra receber elogios de alguém.
Não sou poeta...
Não sei recitar...

Meu entusiasmo esta em escrever.
Pra mim mesmo...
Pra alma esvaziar...
Talvez alguém pra se identificar...
Mas a poesia hoje vai chorar...

Sem ressentimento talvez amanhã ela volte a sorrir.
Já faz um tempo mesmo, que esqueci de mim.
Mas a POESIA não...
Ela não me deixa...
Mesmo que Eu me Esqueça, Esmoreça.
Tentando alavanca a vida dos meus...
Ela vem e diz...
Que minha alma é seu apogeu.

Aí adormeceu...

Meu período é de breu.
POESIA me desculpa.
Você tem caminhado e presenciada essa angustia.
É minha aliada, nunca me esquece tipo meu alicerce.
Me fortalece , minha alma lhe obedece...
A POESIA que nunca se esquece.
Pediu licença e hoje se entristece.

Autor - André Vasconcelos

quinta-feira, 8 de março de 2012

A Guerra e a Guerreira


A Guerra e a Guerreira

Ela me veio como um respirar.
Suportou e disse que em mim iria confiar..
Desacreditei que poderia encontrar...
Mas me veio e tudo se fez mudar...

Mulher, mãe amante amiga.

Batalhadora Guerreira do dia-a-dia.
Destemida forte minha negra linda.

Menino para ser um homem
Antes Sozinho agora bem acompanhado.

Sobrevivência nós passamos por todas...
Alegrias foram muitas e esperamos tantas outras.
Você, minha menina preta mulher.
Um dia caído e tantos outros em pé.
A guerra é pesada eu e você com muita fé.

Ah mulher...

Que me fez melhor.
E esquecer o pior.
Fortaleceu o sentimento.
O amor não é só o momento.

Ah mulher...

Que orgulho tu me traz.
Se a guerra for pesada
Estamos juntos o resto
Tanto faz.

Esteve comigo no pouco...
Quando houver o muito também estará.
É essência, é Respeito eu bato no peito.
Mulher entre nós não tem jeito.
Nosso amor eternizará.

Não existem datas...
Não existe só um dia...
Desde que te conheci...
Venho somando Alegrias

Ah minha Mulher todo dia é seu Dia...



Autor – André Vasconcelos

quinta-feira, 1 de março de 2012

bom de Acabar




Bom de Acabar

Dia ruim de ficar...
Eita mundo bom de acabar...
Muitas ações e nada de chegar...

Nada fácil degustar o momento.

Mas a Sobrevivência vem e mata.
Eu nem quero só os ouros as pratas.
Se a vida é bandida
A Sobrevivência é estadia.

Período nojento insiste e fica.
Nada de lamurias é a realidade incisiva.

Vai tenta sua sorte.
E fica esperto às vezes é muro às vezes um poste.
Vai correr pelo muito e ter o pouco.
E depois me mostre o pote o ouro.

Mas ele não vai existir.
Desculpe, mas terei que partir.
Às vezes acho que o lugar nem é aqui.
Tudo bem eu vou sair...

Já cansei daqui...
Já cansei e não vou sorrir.
Eu to ligado vou me despedir.
Piores dias devem existir...
Mas por enquanto...
Peço que esse dia nunca mais passe por mim.



Autor - André Vasconcelos

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Tudo Nosso

Tudo Nosso

Penso, que cada dia posso ter você.
Escrevo por extenso, o meu amor é imenso isso podes ver.
Desespero, sempre existiu quando não podia lhe ter.
Me releio, na sua ausência pra não mais sofrer.

Nunca, esqueço daquele amor tão bom.
Escuta, com nosso amor eu fiz uma canção.
Sempre me perturba, imaginar a gente fora do tom.
Vem e flutua, porque é seu todo meu coração.

Nega, deitemos nessa rede do amor...
Você me cega, arranco fora esse edredom.
A gente flerta, até mesmo na escuridão.
A hora é essa, mais uma estrofe da nossa canção.



Autor - André Vasconcelos

Tudo Nosso

Tudo Nosso

Penso, que cada dia posso ter você.

Escrevo por extenso, o meu amor é imenso isso podes ver.

Desespero, sempre existiu quando não podia lhe ter.

Me releio, na sua ausência pra não mais sofrer.

Nunca, esqueço daquele amor tão bom.

Escuta, com nosso amor eu fiz uma canção.

Sempre me perturba, imaginar a gente fora do tom.

Vem e flutua, porque é seu todo meu coração.

Nega, deitemos nessa rede do amor...

Você me cega, arranco fora esse edredom.

A gente flerta, até mesmo na escuridão.

A hora é essa, mais uma estrofe da nossa canção.

Autor - André Vasconcelos